InícioInício  CalendárioCalendário  FAQFAQ  BuscarBuscar  MembrosMembros  GruposGrupos  Registrar-seRegistrar-se  Conectar-seConectar-se  

Compartilhe | 
 

 Propostas: Eleições Reais

Ir em baixo 
AutorMensagem
Ana Catarina de Monforte
Condessa de Ourém
avatar

Mensagens : 517
Data de inscrição : 16/02/2011
Localização : Condado de Ourém

MensagemAssunto: Propostas: Eleições Reais   Dom Mar 11, 2012 10:44 pm

(FRP: Eu sei que isto é de acesso público, mas se nunca tive rodeios em esconder a ninguém a intenção de me candidatar também não vou esconder agora as propostas... só espero/peço que não as copiem antes do tempo por favor xD)

Propostas/Manifesto/O que lhe quiserem chamar... em baixo...

_________________
[Somente administradores podem ver esta imagem]Ana Catarina de Monforte


Última edição por Ana Catarina de Monforte em Qui Mar 15, 2012 12:24 am, editado 3 vez(es)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário http://condadoourem.forumeiros.com
Ana Catarina de Monforte
Condessa de Ourém
avatar

Mensagens : 517
Data de inscrição : 16/02/2011
Localização : Condado de Ourém

MensagemAssunto: Re: Propostas: Eleições Reais   Seg Mar 12, 2012 4:48 pm

O monarca é pela sua própria condição a face da nação e o símbolo desta no exterior. Como tal deve assumir um papel de moderador e pacificador dos conflitos manifestos e latentes que eventualmente surjam no Reino. A atitude e actuação do monarca pode ser decisiva para a estabilidade das instituições e das suas gentes, um monarca deve agir de forma isenta e desinteressada sempre que chamado a intervir na gestão e negociação de conflitos. É uma figura constantemente vigiada, tanto pelo povo como pela nobreza que o sustentam e o clero que o legitima aos olhos do Altíssimo. E sem o apoio destas três classes sociais um monarca não conseguirá manter a estabilidade do seu reino.

O nosso reino tem assistido a profundas alterações nos últimos tempos, essas mudanças por vezes geram conflitos e contestação quando indivíduos ou classes inteiras são afectadas. Cabe pois ao monarca atenuar os efeitos dessas mudanças privilegiando uma faceta conciliadora e paternal. O monarca não pode ser ele mesmo a fonte de toda a contestação, um rei sem apoios é um rei com poder de acção limitado e sem legitimidade para actuar em nome do seu povo.
Um monarca deverá pois primar pela comunicação e transparência para que as suas intenções sejam entendidas e para o próprio entender as exigências do seu Povo, da Nobreza e da Igreja.



Comunicação e Transparência

Uma boa comunicação é quase sempre a solução para pôr cobro a conflitos e divergências. Um monarca não pode reinar entre quatro paredes, nem pode desconhecer a realidade e os interesses que o rodeiam. Mesmo que este considere que aquelas se encontrem viciadas ou erradas o monarca não deverá tomar decisões que afectam determinado grupo ou estrato social sem que ouça os afectados antes.

Um monarca deve ser verdadeiro para com o seu povo, não lhe esconder situações ou informações que se provem a ser posteriormente do seu interesse. Somos defensores de uma política de portas abertas com as devidas excepções para as matérias sigilosas, tais como as referentes à segurança e integridade territorial do Reino, que deverão ser discutidas em local secreto.


Diplomacia

Um Reino que insiste em assumir uma posição neutra perante os conflitos entre estados será desvalorizado pelos seus territórios vizinhos. E se um reino se quer fazer respeitar e fazer ouvir deverá assumir uma posição clara perante os conflitos internacionais.
Temos consciência de que o combate à grave crise financeira que aflige Portugal deverá ser uma das nossas prioridades, no entanto não nos podemos alhear do que acontece a nível regional, nomeadamente na península Ibérica. Defendemos o estreitamento de relações com a Coroa de Castela e Leão, que tal como o Reino de Portugal tem assumido uma posição neutral, não só a nível diplomático e comercial mas também a nível bélico, ansiamos por uma Aliança militar que eleve as duas Coroas a um patamar superior àquele em que actualmente se encontram, só desta forma ambas poderão ser tidas em conta no contexto Ibérico.
No entanto não se pretende sobrepor os interesses geo-políticos da Coroa ao normal funcionamento da Real Chancelaria, mas antes definir com precisão a política diplomática do Reino.

A nível interno, caso surgem conflitos nessa escala, o monarca deverá vestir a figura de mediador tendo sempre em conta que antes dos interesses das províncias está o interesse nacional e esse deve ser preservado a todo o custo. Sendo que estas têm o seu próprio governo e órgãos o monarca não deverá imiscuir-se nos seus assuntos e políticas a menos que a estabilidade nacional esteja em causa.


Antigos Costumes

(FRP: daqui em diante quando me referir aos "antigos costumes" estarei a reportar para os reais usos e costumes de Portugal Medieval/Inicio do Renascimento... RP basicamente /FRP)

Com o passar dos anos muitos passos foram dados no sentido de modernizar o Reino, muitas vezes os antigos costumes dos nossos antepassados foram simplesmente ignorados e remetidos para os confins da história. Tal não poderá acontecer, um Reino sem identidade é um Reino apático e em anomia. É absolutamente necessário reencontrarmos as nossas raízes para nos conhecermos e enfrentar juntos o que o futuro nos reserva.

Pretendemos, em colaboração com a Real Academia de Letras ou outra entidade criada para o efeito, mergulhar no passado e trazer à tona as crónicas e estórias da fundação do Reino esquecidas no tempo e dispo-las aos portugueses (nota FRP: isto é um obstáculo que aparece a muitos jogadores que tentam estruturar o RP dos seus personagens: a falta de RP "oficial" do próprio reino /FRP).

A integridade territorial é um princípio inviolável para qualquer nação que se preze, se no passado sofremos derrotas hoje temos que nos reerguer e reclamar aquilo que é nosso por direito histórico, os Algarves e Ceuta são parte integrante do Reino de Portugal, o sangue dos nossos antepassados foi derramado nos seus campos que hoje se encontram baldios e inabitados.


Instituições Reais

Consideramos que nos últimos tempos se deu uma exagerada multiplicação de instituições ou órgãos reais que por vezes esvaziaram outros órgãos, sem essa denominação de "real", de poder. Defendemos pois uma racionalização dos nossos recursos e instituições, fortalecer as instituições já existentes e só partir para a criação de novas quando as últimas não puderem ter essas competências. É ainda necessário rever os conceitos e condições para a concessão a uma instituição do estatuto de "Real". Há instituições, tal como a Real Casa de Justiça, em que a concessão deste estatuto não se justifica.

Tem-se desvalorizado nos últimos tempos o papel do Regente, este habitualmente só é chamado pelo monarca no final do seu reinado e pressupõe-se que entre, com a morte do último, na reivindicação do trono. Não consideramos que este deverá ser o papel do Regente, mas sim que ele seja o primeiro conselheiro do monarca, alguém que o substitui nas suas funções independentemente do tempo de reinado que tenha decorrido e do seu estado de saúde. Deverá ser alguém familiarizado com os assuntos do Reino e com autoridade suficiente para ser respeitado pelos demais.

A Heráldica é uma instituição real autónoma e assim deve permanecer sem que no entanto se mantenha dependente da tutela real. A Heráldica Real sem o reconhecimento do monarca não será nunca uma verdadeira heráldica, assim como o monarca não poderá passar sem Heráldica, pois é ela que legitima a nobreza.

Conforme a anteriormente mencionada necessidade de retomar os antigos costumes, consideramos que para bem da comunicação entre classes é necessário assentar o governo real em Cortes Gerais. Sediadas numa qualquer localidade portuguesa, as Cortes Gerais além de reunirem os membros do governo real (que deixaria de tomar esse nome) e representantes das três classes sociais (Nobreza, Igreja e Povo) escolhidos pelo monarca entre os seus círculos próprios.


Relação com a Igreja

A legitimidade e poder do monarca para governar o seu Reino advém do Altíssimo que por sua vez é representado na terra pelos seus pastores, o clero. Temos consciência da importância da Igreja e dos seus ensinamentos na sociedade, como tal reafirmamos a nossa lealdade à Santa Igreja e a Sua Santidade, o Papa Innocentius VIII.

A influência da Igreja na sociedade tem vindo a decair com o tempo e com a ideia falaciosa que os antigos costumes estão ultrapassados, não podemos deixar que isso aconteça, o Reino não se pode deixar tomar pela laicidade sob pena deste nosso jardim à beira mar deixar de ser abençoado pelo Altíssimo. A Igreja deve assumir um papel activo na sociedade, pregar o amor e a amizade ao próximo. Os ensinamentos e a doutrina da Igreja são a argila que une os blocos - cidadãos - que por sua vez sustentam os pilares da nossa sociedade. E como tal deve preservar os seus privilégios.


Relação com a Nobreza

Se a Igreja é a argila dos pilares que sustentam a sociedade, a nobreza será a chave da aduela, a pedra mestra que sustenta os arcos e todo o peso que estes suportam sobre si. A nobreza personifica as virtudes de um reino. Os seus membros são a nata e o seu exemplo de trabalho e amor à pátria devem ser admirados e respeitados. São os nobres que levam os estandartes do Reino em batalha, são eles que aplicam as leis e a justiça nos seus feudos em nome do monarca, e a este juraram lealdade e respeito num contrato de vassalagem, assim que receberam a graça real dos seus títulos.

Um monarca não pode ansiar dominar a nobreza, tal não é nem nunca será possível em condições normais (isto é, sem o recurso à força), por isso o monarca deverá respeitar todas as correntes e ideologias, mesmo que estas lhe sejam contrárias, e seguir a via do diálogo para sanar quaisquer conflitos.

Tendo em conta que a nobreza advém da vontade real consideramos que não se justifica a existência de indicações por parte de governadores, sendo que é possível que estes nem estatuto nobiliário tenham segundo as leis em vigor. É ainda absolutamente necessário proceder à regulamentação dos direitos e deveres da nobreza para com o monarca, só assim se poderá avançar com vista à criação de um órgão independente que sob delegação do monarca administre a justiça heráldica. Cremos ainda que o sistema de atribuição de títulos deverá ser repensado desde as suas bases de forma a prever e minimizar conflitos como os que se têm verificado, sem que no entanto se preserve sempre a última palavra ao monarca.


Relação com o Povo

Diz-se que a voz do Povo é a voz do Altíssimo, como tal esta classe não deve ser desprezada pela sua simples condição. É o Povo que que com o seu trabalho árduo constrói os alicerces e economia do Reino e são os cidadãos a maior riqueza de uma nação.
Como tal o Povo deve ser respeitado e ouvido, um monarca que não ouve os anseios das suas gentes é um monarca insensível. Para tal julgamos necessário voltar aos antigos costumes e recuperar as já referidas Cortes Gerais, para que o Pobo tenha voz activa na governação real.

Preocupa-nos ainda o baixo crescimento populacional, sabemos que sem pessoas um reino não evolui, antes caminha para a sua auto-destruição. Têm que ser criadas condições para os mais novos sobreviverem às adversidades da vida, mesmo que para tal tenhamos que recorrer a ferramentas fora da nossa realidade (FDT: publicidade dos Reinos noutros jogos e comunidades /FDT).

Com o rejuvenescimento da população tudo se tornará mais fácil, a economia poderá sustentar-se e a convivência social terá um novo alento, cabe a todos nós contribuir para que tal seja possível.


Forças Armadas

São as forças armadas do Reino de Portugal o garante da nossa estabilidade e soberania, por vezes estas foram relegadas para as sombras e o seu trabalho menosprezado. E de o Exército Real, ter a visibilidade e o reconhecimento merecido, respeitando sempre a devida autonomia institucional daquele. É necessário que o ERP tenha um papel mais visível na sociedade, de forma a chamar às suas fileiras os nossos jovens, a Coroa deve tomar um papel activo nesse sentido.

Não nos esquecemos da Ordem dos Cavaleiros Templários, que apesar de não se reger segundo as normas ditadas pelo poder político, tem o nosso apoio no cumprimento dos seus deveres para com Roma e o Reino.

Tendo em conta as dificuldades financeiras por que passam os três condados, para já, não achamos razoável a criação de uma marinha de guerra. Antes devemos incentivar uma maior troca de informações e cooperação com os nossos armadores, quer no patrulhamento da nossa costa, quer na detecção de ameaças.

_________________
[Somente administradores podem ver esta imagem]Ana Catarina de Monforte
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário http://condadoourem.forumeiros.com
 
Propostas: Eleições Reais
Voltar ao Topo 
Página 1 de 1
 Tópicos similares
-
» [BR, BR,HUE,BR,BR]PS4 edição especial por 18 mil reais e o cara ainda nem tem o console para entrega
» [INDHEIRO] [DOLAR]Rumo a 3 reais
» [CEGA?]SEGA lucra o equivalente a quase UM BILHÃO DE REAIS no mercado mobile e a previsão é de crescimento!
» PlayStation 4 - R$ 1499 (Frete grátis) - Rumo aos R$ 1000,00?
» Os gráficos de Zelda para a Wii U serão mais reais que a realidade

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
 :: Castelo :: Paço dos Condes :: Aposentos da Condessa-
Ir para: